O VERDADEIRO CASAMENTO
Author Data 17/09/2020 Comentários 0 Visitas - 48

O casamento é a união, a comunhão, a amizade, a cumplicidade entre duas pessoas que se amam, ou seja, que se respeitam, se cuidam mutuamente, que não agem com injustiça ou egoisticamente em relação ao outro, que não maltratam quer seja por ações ou por palavras, ou pela falta dessas, que não ardem em ciúmes e nem se vangloriam de coisa alguma. […]
O casamento é a união, a comunhão, a amizade, a cumplicidade entre duas pessoas que se amam, ou seja, que se respeitam, se cuidam mutuamente, que não agem com injustiça ou egoisticamente em relação ao outro, que não maltratam quer seja por ações ou por palavras, ou pela falta dessas, que não ardem em ciúmes e nem se vangloriam de coisa alguma. O casamento precisa advir de um profundo e genuíno interesse em fazer do outro uma pessoa feliz. Qualquer coisa que vá além ou que fique aquém dessas premissas não é casamento, ao menos não o é segundo o conceito de Deus, pois, se assim for, não passa de um ajuntamento de duas pessoas que buscam sua própria satisfação, e que para alcançá-la tentarão extrair o máximo um do outro. Casamento não é extração e sim doação, não é ser servido e sim servir, não é cobrar e sim “pagar” aquilo que é devido ao outro, ou seja, o amor. E quando começa o casamento? Infelizmente, para grande parte das pessoas o matrimônio inicia apenas no ato da assinatura do contrato nupcial no cartório, ou então após o pronunciamento das célebres palavras “eu vos declaro marido e mulher”. Porém, o VERDADEIRO CASAMENTO não começa em nenhum desses momentos, aliás, para muitos ele jamais começa. A cerimônia no cartório ou a benção promulgada por algum ministro religioso nada mais são do que a oficialização pública de algo que já está, ou ao menos deveria estar, acontecendo nos corações de um homem e de uma mulher, e por consequência, no coração de Deus. E esta é precisamente a grande questão, ou seja, muitas pessoas se ajuntam sem estar vivendo todos os critérios divinos para o casamento mencionados no início deste texto. E assim, sob a advertência de que “o que Deus uniu, o homem não separe” muitos homens e mulheres (sobre)vivem anos a fio aprisionados à uma condição a qual não deveriam jamais sequer terem se submetido. E sob o temor de serem execrados por Deus, assim como geralmente são pela igreja, vivem à sombra de uma união que nunca aconteceu de verdade, nem em seus próprios corações e muito menos no coração de Deus. Sim, porque se o casamento não tiver sido consumado sob o fundamento do amor verdadeiro, amor este que se evidencia mostrando seus frutos a cada dia, este matrimônio nunca, em tempo algum terá sido ligado no céu e unido por Deus, não importa quão bela tenha sido a cerimônia, quão eloquente tenha sido o celebrante ou quão cara tenha sido a festa. E, se o casamento não existir em Deus ele não existe em lugar nenhum. Ainda que o pacto nupcial cerimonial atestado por uma certidão de papel e uma aliança de metal perdure por toda a vida, ele não passará de um simples acasalamento.

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