O QUE PERGUNTAR
Author Data 16/09/2020 Comentários 0 Visitas - 50

Bem, uma vez conscientes do poder da pergunta, acho importante frisar que não há pergunta certa ou errada, o importante é usar o ponto de interrogação sem moderação. Você já, enquanto caminhava pela rua, viu passar um lindo (e caro) carro e suspirou sonhando por um momento em também ter um carro daqueles, mas logo em seguida acordou daquilo que considerou um devaneio e teve que encarar sua dura realidade de trabalhador assalariado? Ou quem sabe, ao contemplar aquela casa de “tirar o fôlego” disse a si mesmo; uau, como eu gostaria de ter uma casa, ao menos parecida com essa”, ou […][…]
Bem, uma vez conscientes do poder da pergunta, acho importante frisar que não há pergunta certa ou errada, o importante é usar o ponto de interrogação sem moderação. Você já, enquanto caminhava pela rua, viu passar um lindo (e caro) carro e suspirou sonhando por um momento em também ter um carro daqueles, mas logo em seguida acordou daquilo que considerou um devaneio e teve que encarar sua dura realidade de trabalhador assalariado? Ou quem sabe, ao contemplar aquela casa de “tirar o fôlego” disse a si mesmo; uau, como eu gostaria de ter uma casa, ao menos parecida com essa”, ou então; “puxa vida, só a sacada já é maior do que meu apartamento inteiro”. Eu sei que é realmente muito fácil termos pensamentos como esses, mas o que talvez poucos de nós se pergunte como será que essas pessoas chegaram a esse nível de condição financeira. Não é muito comum, ao menos a mim, pensar que alguns deles não tenham sido sempre ricos ou imaginar que muitos, certamente, já estiveram na condição de trabalhadores assalariados exatamente como a maioria das pessoas. A verdade é que com muita frequência desejamos ter o que eles têm, mas não queremos passar pelo que eles passaram ou fazer o que fizeram para chegar onde chegaram. Afinal, nem todo mundo nasce “em berço de ouro”, e, portanto, é necessário muito esforço, dedicação, estratégia e perseverança para se conquistar algumas coisas. O fato de muitas pessoas em todo o mundo conseguirem transformar a história financeira de toda a sua família, saindo de condições precárias e passando a viver com sobras é um sinal obvio que existem maneiras de isso acontecer. O problema é que não perguntamos como isso é possível. Ao invés disso, nos conformamos com nossa condição plebeia de contempladores da riqueza e conforto dos outros. Que tal, portanto, se em vez de dizer que o seu salário não durará até o final do mês você começasse a perguntar “como é possível que ele seja suficiente, e com sobras todos os meses? Ou então, algo do tipo “como é possível ganhar mais dinheiro trabalhando menos? Ou ainda, “como posso ter mais tempo de qualidade em família? Que tal passar a acordar todas as manhãs se perguntando o que é preciso fazer, ter ou obter para tornar o seu dia um período prazeroso, produtivo e feliz ao invés de simplesmente seguir o fluxo da corrente? Por que não começar a perguntar como é possível fazer o que te dá prazer e satisfação e ainda assim obter o sustento para si e sua família? Mas, afinal será que isso tudo é realmente possível? Essa é uma pergunta que ousarei responder: É CLARO QUE É POSSÍVEL! Se assim não fosse não haveria tanta gente usufruindo desse privilégio ao longo da história em todo o mundo. O problema é que tendemos a crer que as coisas boas só acontecem para os outros, restando para nós somente as sobras. Tenho absoluta convicção de que a esmagadora maioria – nem todas, porque algumas aconteceram ao acaso – das grandes descobertas da humanidade, assim como as grandes e pequenas invenções se deram a partir de perguntas feitas por pessoas que se recusaram a acreditar que não havia outras alternativas ou soluções. Pessoas que rejeitaram a ideia do impossível, ou que simplesmente realizaram algo por não saberem que aquilo era “impossível” de ser realizado. Se você não sabe o que perguntar, talvez essa seja em si a melhor pergunta. Que tal iniciar sua mudança de atitude com esta pergunta: “o que devo perguntar?”. Lembre-se que a ideia inicial da pergunta não é, necessariamente, obter resposta (ao menos não imediata, ou em forma de mensagem de Whatsapp), mas sim instigar o seu cérebro para que ele se torne mais atento às respostas que já estão disponíveis no meio em que você vive, o seu universo. Caso tenha dificuldades em pensar em perguntas todos os dias, uma boa opção é escrever algumas, conforme desejar, colocá-las em lugar visível, repetindo-as até que se tornem parte dos seus hábitos diários. Como já afirmei anteriormente, não há regras, rituais, momentos especiais ou formas. Você não precisa falar em voz alta se não quiser, não precisa repetir um determinado número de vezes ou estar em alguma posição específica – embora não haja nada de errado com isso –, o que importa é continuar colocando lenha na fornalha do seu cérebro. SUGESTÕES DE PERGUNTAS: - O que realmente me deixa feliz? - Como posso realizar isso? (algo que você tenha em mente) - Como é possível ter, obter mais disto (dinheiro, momentos agradáveis, etc.)? - Quais são as alternativas que ainda não percebi para esta situação? - Como é possível mudar esta situação? - Que atitudes devo ter em relação à....(dê nomes) que me trarão melhorias e/ou transformações? - Quais escolhas devo fazer a fim de experimentar algo novo em minha vida? - Quais virtudes, capacidades e talentos possuo que ainda não percebi? - O que aconteceria se apenas agradecesse e jamais reclamasse? - Como posso usar minha imaginação criativa em meu favor, para construir e não destruir? - O que me impede de permanecer firme em minhas resoluções? - O que me amedronta e me “paralisa”, me impedindo de ser quem realmente sou e de viver o que realmente desejo? - De quais hábitos ruins preciso me livrar para que possa ter uma melhor saúde mental e física? - Quais conceitos e pensamentos negativos a meu próprio respeito devo mudar? - O que aconteceria se eu me importasse menos com a opinião dos outros a meu respeito? Como você pode observar, as possibilidades de perguntas são literalmente infinitas, o que precisamos é desenvolver o hábito de fazê-las.

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